Paulo nasceu em Tarso da Cilícia ( Sudeste da atual Turquia, Junto ao mar Mediterrâneo), em torno do ano 10 de nossa era. Era judeu mas também cidadão. Passou sua infância em Jerusalém, onde recebeu primorosa formação religiosa segundo a corrente dos fariseus ( conservadores, detalhista e rigorosos observadores da lei mosaica).
Com esse espírito fervoroso de fariseu, foi um perseguidor implacável dos cristãos, mas um fato extraordinário muda completamente sua vida, tornando-o cristão ( Fato narrado nos atos dos Apóstolos, capítulo 9, e que teria ocorrido entre anos 35 e 36).
A intolerância religiosa faz as pessoas se afastarem de Deus muitas vezes as pessoas ficam cegos e infectados por fundamentalismo que leva a loucura diante de Deus. Paulo antes da conversão achava que sua formação conservadora e fervorosa era a correta . A cegueira já habitava o seu coração, e matava os cristãos acreditando que com isso estaria bem mais próximo de Deus. Mas na realidade matava os verdadeiros servos do Senhor precisou primeiro aceitar Jesus em seu coração para ser o verdadeiro missionário de Deus e levar o conhecimento da palavra para o povo sofrido.
A sua conversão nos leva a refletir que também podemos aceitar Jesus em nossos corações, precisamos renascer no amor de cristo e deixar essa diferenças de lado. O que leva a cristo são suas atitudes e o ato do amor, perdão, solidariedade, caridade, e a misericórdia com o próximo. Quantos Saulo existem ainda de coração duro que persegue a Igreja de Jesus Cristo enganado a muitos, a Bíblia nos revela que falsos profetas se aproveitarão de nossas franquezas com a própria palavra de Deus. O justo é libertado da sua angústia, enquanto, em vez dele, é apanhado o ímpio. O hipócrita engana com a boca seu amigo, mas os justos serão libertados pelo conhecimento, Provérbios (10:8-9). A onde então encontraremos a sabedoria?
Eclesiastes (7: 23-25) Nos revela que devemos ser prudente e sensatos para não cometermos erros profundos, para sermos sábios.
As diferenças entre as pessoas pertencem ao plano de Deus, o qual quer que todos nós tenhamos necessidade uns dos outros. Essas diferenças devem estimular a caridade.
Ninguém, nenhum indivíduo, nenhuma comunidade pode anunciar a si mesmo o Evangelho. 'A fé vem da pregação" ( Rm 10,17). Ninguém pode dar a si mesmo o mandato e a missão de anunciar o Evangelho.
O enviado do Senhor fala e age não por autoridade própria, mas em virtude da autoridade de Cristo; não como membro da comunidade, mas falando a ela em nome de Cristo. Ninguém pode conferir a si mesmo a graça; ela precisa se dada e oferecida. Isto supõe ministros da graça autorizados e habilitados da parte de Cristo.
Dele, os bispos e os presbíteros recebem a missão e a faculdade ( o "poder sagrado") de agir "na pessoa de Cristo-Cabeça", os diáconos, a força de servir o Povo de Deus na "diaconia" da liturgia, da palavra e da caridade, em comunhão com o bispo e seu presbitério. A tradição da Igreja chama de "sacramento" este ministério, pelo qual os enviados de Cristo fazem e dão, por dom de Deus, o que não podem fazer nem dar por si mesmo. O ministério da Igreja é conferido por um sacramento específico. " É preciso que vocês se renovem pela transformação da inteligência, e se revistam do homem novo, criado segundo Deus na Justiça e na santidade
que vem da verdade. "
Efésios (4: 23-24)
Deus acima de todas as coisas e se ocupe do bem,
assim nada te faltará.
Comentário de Gilberto Torres Guimarães Coelho
Ministro Extraordinário da Eucaristia